O desmanche no quintal evangeligospel
Manipulado pelos clérigos-tecnocratas a serviço dos donos de poder e das multinacionais da fé, o já desfigurado Movimento Cristão no Brasil não consegue reproduzir os sinais visíveis do Reino de Deus para esta geração.
Seja por ingenuidade, impotência ou falta de coragem, os Evangeligospels ficam à mercê de modelos importados e, salvo algumas esparsas experiências de que se tem notícia, as comunidades locais se tornaram presas fáceis dos vendedores de sonhos e bênçãos importadas.
No meio editorial por exemplo, a contribuição das editoras cristãs nacionais com uma intenção verdadeiramente missionária e que tentam publicar obras de autores nacionais, vai se tornando cada vez mais insipiente. Tais editoras estão sendo levadas por uma esteira que as despejará num ponto sem volta, de desmanche, diante da voracidade das mega editoras supostamente evangélicas, da Nova Roma, que aqui chegaram, roubando-lhes não apenas o mercado como também seus funcionários mais capazes. É assim que as editoras evangélicas brasileiras, missionárias em sua intenção e prática, têm que se virar no ritmo de uma dança macabra. De fato, poucas sobrevivem ao desmanche.
Ouça o último capítulo da ficção sobre a Igreja no Brasil – www.sequestrodorolosagrado.com.br, de autoria de Robson Ramos.
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[...] o original aqui. [...]
Não conheço o suficiente das igrejas Evangélicas para concordar ou não da afirmação acima proposta, mas pelo pouco conheço é fácil de perceber que as mesmas surgiram nos moldes dos cultos evangélicos norte americanos, seja no serviço missionário, no culto e quem sabe até nos dogmas. A constatação deste fato é fácil nos cultos de Edir Macedo e David Miranda o modelo é exatamente aquele praticado pelo ator Steve Martin no filme Fé demais não cheira bem.
Quanto ao desenvolvimento das editoras nacionais e o sucesso dos autores nacionais evangélicos acredito que só dependem de acertos comerciais com as respectivas instituições religiosas, afinal neste caso um “imprimatur” equivale ao sucesso imediato.
O Autor realmente trata de um assunto em que o silêncio de muitos estão deixando chegar a humanidade em completa
desarmonia, num verdadeiro caos, pois relamente o comércio
que está feito nas Igrejas de modo geral, levam a crer que não exista nada de religião e sim interesses escusos, sabemos que as Editoras DESPEJAM livros que nada têm a ver com o Evangelho de Jesus Cristo, que é simplesmente a
verdade, ajustiça e a vida, pergunto, onde fica a Verdade?
e a Justiça….e sem estes valores importantes dos homens, logicamente que não podem levar aos seres humanos,
VIDA e sim a destruição, a competição a ganância de alguns
que irão prejudicar grande parte dos cristãos .Parabéns
pela coragem de expor em um Livro apesar de ficção uma quase realidade.